Divã

Sou cinéfilo de carterinha, mas confesso ter um gosto muito particular em relação aos filmes e um dos melhores que vi nesse ano foi "Divã", mexeu comigo. A mensagem que tive é que não podemos "depositar" no outro a nossa plena felicidade e que existe vida após uma separação.
Mas comecei falando disso, pois ontem vendo alguns sites de mensagens na internet, deparei-me com um trecho do livro "Divã" de Martha Medeiros, que deu origem ao filme. E como o trecho mexeu muito comigo também, o transcrevo aqui.

“Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia”.

A todos uma boa semana. Um beijo, um sorriso e me liga!

Comentários

thaina disse…
Essa passagem do livro parece muito com aquele meu post "Vomite-me se puder"...hehehe

Adorei ♥
Mirian Lima disse…
Bacana !! também gostei do filme.... me pareceu bem emotivo e reflexivo... Não sei pq insistimos em colocar a nossa felicidade ( que é uma só ) nas mãos de alguma pessoa;
Isso não significa que essa pessoa mereça, mas ela (a pessoa) não pode se responsabilizar por nossos "futuros sorrisos" ...

bjs amigooooooooooo

:D

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