Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2013

Enquanto o amor não vem

Na última semana, um grande amigo, daqueles especiais que Deus coloca em sua vida, fez eu me desprender de um dos meus maiores preconceitos. Ler um livro de auto-ajuda! Sempre fui contra a esse estilo, como leitor assíduo, nunca me permitir a obras assim. Ele me indicou ler “Enquanto o amor não vem”, aliás, não só indicou, me emprestou, pois me conhecendo tão bem, sabia que eu ia enrolar, não ia comprar o livro, ia adiar para o próximo ano, e assim ia até ele esquecer! O livro, escrito porIyanla Vanzant, basicamente fala busca por si próprio antes de pensar em dividir você com outro alguém. E penso agora, depois de ter virado a última página, que o mais importante foi perceber que alguém já sofreu ou sofrem tanto por amor, como eu! Demorei a perceber que o amor, como diz o livro, é uma experiência pessoal e que necessariamente nem precisa do outro, ou ser vivido com alguém, pra ter a sensação do mesmo. Ainda estou na fase do acreditar no amor, mesmo diante de todas as histórias vivida…

Redescobrir

Hoje acordei com aquela sensação de fracasso. Tenho me questionado tanto, em porque não sou forte. Porque não para pra pensar em mim. De vez em quando, mesmo sem um motivo, dá uma tristeza, sem razão alguma uma imensa vontade de chorar. Em alguns dias a solidão dói, machuca, mas cheguei ao ponto que nem luto mais contra, pois aprendi que ela passa, ou melhor, para de arder. A maior mentira que nos contaram é que o tempo cura tudo, por vezes não cura nada. Ele fecha feridas, mas que viram cicatrizes que insistem em latejar nos dias de chuva. E descobri que o tempo nada cura, pelo fato de que ele não apaga o que foi dito, não supera o que foi vivido. A gente até supera, mas não esquece tanto o que foi bom e o que foi ruim. E pra piorar, não tenho memória curta. Não esqueço nomes, nem datas, muito menos quem me estende a mão e mais ainda quem as esquiva. Cansei dos conselhos furados de como devo agir, de como conduzir minha vida. Tenho meu jeito errado, mas que é o meu jeito. Todos acham…

Sou eu

E de repente, bem de mansinho, sem avisar, você passou a ocupar meus pensamentos. Foi numa noite feliz, com pessoas agradáveis, que se apoderou da minha imaginação. Sem aviso prévio chegou e já me faz desejar mais nada, apenas um lugar em paz, pra ficarmos a sós. Quero estender nossa sintonia, te esperar e curtir todos os dias. O que venho sentindo é óbvio até para uma criança. Quero seu beijo doce, seu abraço protetor, me envolver, lhe surpreender e assim fazer a vida melhor. Está mexendo comigo. Vontade de te ver sorrindo e perguntar o motivo. Estou disposto a me contentar com o pouco que pode me dar. A próxima vez que te encontrar, vou contar que começo a crer que você é uma daquelas chances boas que a vida me deu. Que estou querendo ver no que pode dar, juntar nossos mundos, de mãos dadas. Afinal andei por aí atrás de você e estava o tempo todo tão perto de mim. Por que não tentar comigo? Prometo fazer tudo melhorar e nada será frágil como um castelo de cartas a um sopro de desaba…

Tinha que ser você

Fiz de tudo para você perceber que era eu, que podia lhe fazer bem. Você é o que pedi aos céus, ao meu anjo querubim. Quando te abracei a primeira vez, pedi até aos anjos que nos deixassem a sós, afinal o trabalho deles já havia sido feito. Andei sem direção, meus pés descalços pisavam o chão, procurando por você nesse destino ermo. Tinha que ser você, dessa vez tinha certeza que havia encontrado o grande amor da minha vida. Mas não! Acreditar nisso foi um erro, foi em vão. Você está fora de alcance. Está de pirraça, em outra vibe, como você mesmo diz. Seu jeito diferente atraiu minha atenção, garanto que posso te fazer feliz. Entretanto não está de coração aberto. Esconde suas dores e medos, através de uma máscara, que tento inultimente tirar. Você era minha esperança para os dias ruins, para a cura dessa solidão. Porém não se importa, nem dá valor a isso. E mesmo sabendo que não quer vim, tenho deixado a janela aberta para ouvir você se aproximando e chamando meu nome. Não tenho mai…