Presente!

Estive pensando até quando a busca pelo verdadeiro amor será incansável?!
Se eu fizesse um resumo de toda minha história sentimental, todos (acredito eu) perguntariam se ainda acredito numa relação à dois e, talvez, se espantariam em ouvir sim. Foram tantas desilusões, relações sem futuro, decepções e não pensem que tive milhares de pessoas. Não!!
É porque, idiota que sou, dei várias chances as mesmas pessoas. Com um foram quase três anos de choros, culpas e maltratos verbais. Mas uma coisa eu aprendi, a virar a página.
E não me arrependo de nada. Ainda acredito e busco o amor. Se dessa vez, ele chegou, é o tempo que mostrará. Finalmente com os relacionamentos anteriores aprendi a não deixar que a ansiedade ultrapasse o tempo. Sou o mesmo, aquele que se envolve de cara, se empolga e se apaixona perdidamente e faz diversas declarações, ligações, entretanto hoje tento não demonstrar (será que dessa vez vou conseguir?!).
O fato é que meu coração está aberto, para que você entre, faça as mudanças, cuide dele e ocupe um cantinho. E que seja infinito enquanto durar, que pode não ser para sempre, mas que até onde for lindo será!!

"Oi. Eu só queria te dizer foi tão bom te conhecer. E eu não sei como explicar. É como se eu pudesse ver. O que há dentro de você, veio pra me completar." (Talismã sem par - Diego Moraes)

Comentários

Anônimo disse…
Oi!! Saiba q se depender de mim sua busca terminou, farei de tudo para poder saciar sua sede de amor. Tenho tanto para dar, que as vezes fico pensando se não será exagero, mas de uma coisa eu tenho certeza, que te quero muito!!!
Isa Correia disse…
Tudo o que aprendi foi quebrando a cara, sofrendo muito. Mas a lição mais importante que a vida me ensinou é que nunca devemos deixar que nossa felicidade dependa de um fator externo - um objeto, um sonho, uma pessoa. Nossa felicidade é de nossa exclusiva responsabilidade. Muitas das vezes as pessoas nos magoam simplesmente porque permitimos, porque não temos coragem de dar um basta. Depois temos o velho hábito de reclamar das feridas, como se fôssemos meros coadjuvantes e não os protagonistas de nossa própria história. No dizer de Clarice: "Felicidade? O que eu busco ainda não tem nome"...

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