Falando de amor


Olhando as estrelas, questionava a existência desse tal de amor. E com os pensamentos longe cheguei a conclusão que amar é tão forte, que mesmo sabendo, que nunca poderemos ter a pessoa amada, vale a pena estar perto. Ajudar, ser ouvinte, cuidando dela de longe, rezando para que um dia nosso sonho torne-se realidade. Amar alguém é flutuar, querer realizar os sonhos mais impossíveis. E sim, o amor existe, ele não é coisa de novela, nem de filmes. O amor existe quando a gente olha pra quem amamos e temos a certeza de que é a pessoa mais linda dessa terra e não falo de beleza externa. É sentir um frio na barriga, um calafrio pelo corpo. Aquela vontade de ligar todo instante, dizer o quanto é especial. É querer ter a todo momento aquele sorriso que ilumina o mundo todo só pra gente. E ao sentir aquele perfume no ar, o perfume que a pessoa usa, que pode estar misturado a todos os outros cheiros, entretanto só aquele perfume vai nos chamar a atenção. Uma vontade de conversar, de contar as coisas que viu, que gostou, comentar o que desagradou. Compartilhar tudo que vivemos. O amor existe quando dois olhares se cruzam, quando as mãos se entrelaçam. Mas o amor existe mais ainda quando apesar e tudo isso, não somos correspondidos, mas mesmo assim aceitamos ser amigos, aceitamos apoiar, torcer, estar ali se preciso. E assim se segurar para não abraçar, beijar, dizer o quanto ela mexe com você e não se perder dentro dela. Isso é amar, é estar disponível, mesmo sabendo que você não é a opção um, e que provavelmente nunca irá ser.  

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